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Mostrando postagens de julho, 2024

Neurocientistas brasileiros

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    Neurocientistas brasileiros Ao redor do mundo diversos cientistas de várias áreas diferentes estudam Neurociência. Os profissionais neurocientistas podem ter formações diversas, dentre elas: Psicologia, Medicina, Biologia, Biomedicina, Filosofia e até mesmo Física, isso ocorre porque o profissional dessa área é multidisciplinar, compreendendo desde aspectos biológicos até conceitos matemáticos, tendo em vista o desenvolvimento de estudos sobre os sistemas neurais. No Brasil, diversos neurocientistas marcam a história dessa ciência no país, hoje vamos conhecer quatro deles: Sidarta Ribeiro , Anna Christina Nobre ,  Miguel Nicolelis e Suzana Herculano-Houzel     O neurocientista e biólogo  Sidarta Ribeiro  é doutor  em Comportamento Animal  pela Universidade  Rockefeller  e pós-doutor  em Neurofisiologia  pela Universidade  Duke , nos Estados Unidos. É professor e pesquisador da UFRN, onde dirige o laboratório Son...

A Neurociência do Medo

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  O medo é uma emoção primária e inata. Seu caráter adaptativo é essencial para a evolução de uma espécie, permitindo que os indivíduos reconheçam situações de perigo e reajam de modo a evitar consequências fatais, como a morte. AS PRIMEIRAS HIPÓTESES SOBRE O MEDO:     Em 1890, William James formulou as primeiras hipóteses sobre o medo. Segundo ele, o medo resultava da tomada de consciência de uma situação potencialmente perigosa pelo córtex cerebral. Para James, um indivíduo em um momento de perigo apresentaria respostas físicas a esse perigo antes mesmo de tomar consciência disso, ou seja, seu corpo iniciaria respostas simpáticas (como a taquicardia) antes mesmo de perceber que poderia estar em uma situação de vida ou morte. Nesse contexto, esse conjunto de respostas fisiológicas acionadas primeiramente seria a “ emoção ” e a conscientização que vem depois seria o “ sentimento ”. DESCOBERTAS DO INÍCIO DO SÉCULO XX:     No início do século X...

Terapia Assistida por animais: uma nova abordagem terapêutica

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    A interação entre humanos e animais tem um passado histórico quase tão antigo quanto a própria história humana. Seja por coabitação ou coevolução, muitas espécies foram domesticadas e até veneradas pelo homem. Alguns dos primeiros textos médicos escritos descrevem os resultados positivos dessas interações, com Hipócrates prescrevendo passeios a cavalo para insônia e Galeno prescrevendo a mesma atividade para prevenir doenças. Mais recentemente, na década de 1960, o psicólogo infantil Boris Levinson especulou que encorajar crianças com problemas emocionais a cuidar de animais de estimação tinha efeitos calmantes e terapêuticos sobre elas e observou que incluir seu cachorro, Jingles, nas sessões de terapia ajudava as crianças a serem menos resistentes e diminuia a ansiedade durante as interações. Hoje, extensos estudos sustentam que, de fato, tais atividades melhoram o humor, aumentam a socialização e os níveis de energia, além de possuírem potencial para a redução de quadr...